
Trabalhamos dos dois lados: no litoral algarvio e no interior do Baixo Alentejo. São duas regiões com muito sol e, mesmo assim, duas realidades diferentes para instalar painéis solares.
Litoral: maresia e coberturas planas
No litoral, a maresia ataca estruturas metálicas e fixações ao longo dos anos — obriga a escolher materiais adequados e a fazer manutenção mais atenta. A construção também tem muita cobertura plana, o que muda a forma de montar e o espaçamento entre filas de painéis.
Interior: telhados tradicionais e casas isoladas
No interior predomina a telha tradicional, em casas mais isoladas. Uma vantagem: quando não há espaço adequado no telhado, dá para montar a estrutura no solo.
O sombreamento é o que mais estraga
Em qualquer região, o inimigo do fotovoltaico é a sombra — uma chaminé, uma árvore, o depósito de água. Por isso a visita importa: um sistema bem colocado num telhado menor rende mais do que um sistema mal colocado num telhado grande.
Autoconsumo: onde está o valor
A lógica de um sistema doméstico hoje é o autoconsumo. O ar condicionado trabalha mais nas horas de maior calor, que são as horas de maior produção solar — quando os equipamentos são pensados em conjunto, o autoconsumo sobe.
E as baterias?
Aumentam o autoconsumo e reduzem a dependência da rede. Não são obrigatórias — dizemos com franqueza quando achamos que o dinheiro rende mais noutro sítio do sistema.
Como fazemos
Instalamos painéis solares fotovoltaicos com inversores Huawei e Solis, baterias, e solar térmico Solius. A ligação elétrica vai incluída, por técnico inscrito na DGEG.